quinta-feira, 5 de novembro de 2009

A luta continua..


A luta continua.

sábado, 26 de setembro de 2009

Agende-se - Tributo à Steve Biko


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Sarau O QUE DIZEM OS UMBIGOS

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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

1º Sarau O QUE DIZEM OS UMBIGOS?

O primeiro Sarau O QUE DIZEM OS UMBIGOS, realizado no dia 15 de agosto de 2009 foi um sucesso ainda maior do que o esperado.No início parecia que o povo não ia chegar, mas ao passar do tempo, começaram a chegar todos de uma vez.

Uma apresentação mais linda que a outra, tivemos apresentações de música, dança
contemporânea, poesia, danças populares, batucada e até mesmo um conto verdadeiro sobre Patativa do Assaré. O sarau também serviu de inspiração para pessoas que escreveram na hora em que o mesmo acontecia, e logo se apresentaram.

Chegaram pessoas de vários grupos e coletivos que falaram de seus movimentos e objetivos culturais junto à população Periférica.

Como muitos disseram, foi um evento intimista, aberto à todos os umbigos tivemos a oportunidade de conhecer muita gente interessante, com as quais fortalecemos e engrandecemos ainda mais nossa cultura.
Como tudo que gostamos muito é difícil dizer em palavras a magia e os sentimentos de tão grandioso espetáculo feito pelo público, onde todos, mesmo os que foram só para assistir tiveram vontade de subir ao palco para compartilhar algo. Nos próximos se quiserem saber melhor sobre isto, saibam que estão convidados!
Antes do encerramento conversamos sobre as questões culturais de nossa região e nossas ações para mudar o que está errado. Trocamos figurinhas sobre os movimentos e nos encorajamos ainda mais para continuarmos.

No final fizemos uma grande ciranda, trocamos contatos e saímos cheios de energia. Todos dizendo que gostaram e no próximo com certeza viriam e trariam mais pessoas.
TODO 3º SÁBADO DO MÊS

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Sarau - O QUE DIZEM OS UMBIGOS - Itaim Paulista

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CONVIDEM TODOS E COMPAREÇAM ^^

terça-feira, 14 de julho de 2009

Roda de Literatura de Cordel no CIC Encosta Norte com Galdinho. É só chegar...

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Garoa de poemas (ou Toró de Sonhos)... Oficina Literária com Akins Kinte.

Sem palavras pra descrever o quanto é bom estar aqui
Vários parceiros reunidos em torno das palavras
Horário nobre na quebrada
Palavras que aprisionam e libertam

A realidade e a imaginação
Depende da intenção do irmão
Sempre traficando informação
Através das palavras

Palavras de amor, revolta, revolução e indignação
O que importa é que elas sempre estão
Presentes, vivas, pulsantes
Na mente e no coração.
João

Só sonhei o sonho da revolução
Senti que o senso da sociedade
Soava insano, insensato, sombrio
Senti saudade da solidariedade

Superando a solidão, somando semelhantes
Sai sozinha, sem sentido, sem sabor
Soube que os sonhos somados
Semeiam a semente da solução.
Paulinha

Graficídio
Parei.
Pensei numa pá de palavra
Pra construir meu mundo [decifrar no muro]
Falar do sabor dos frutos
De tudo que imaginei

Mas o POW!!
De um segundo
Desmoronou o meu mundo
Calou minha voz de vez
Os poucos rabiscos soturnos
Apagaram as palavras do muro
A linha que imaginei [que não tracei]
Gerson Brandão

As mulheres pretas da minha vida
Mãe, vó, tia
Fizeram uma grande lista
Do que eu devia e
Antigamente se aprendia
Fico agradecida
Mas faltou me falar de coragem
Pra largar tudo isso que me aprisiona
Mas me faz ser reconhecida.
Kajali
PA... PA... PA
LA... LA... LA
VRA... PALAVRA.

EU LI MÃE!!!
É PALAVRA
EU LI!!!
Aninha


Palavras
Onde achá-las e como expressa-las
Não sei o que te digo e nem como desejo
Só sei que sei, só sei que sinto
Sinto com tudo que tenho dentro de mim

E dentro de mim sinto como
Nunca havia sentido antes
E antes de sentir nunca imaginei que o sentiria
E nesse vai e vem de palavras

Só consigo resgatar uma
E essa uma do meu peito não sai
Não sai por covardia, talvez por medo
Ou quem sabe vergonha, não sei...
Elisa (irmã do João)

Frio... Friaca... Friozão
De onde será que vem?
Uma brisinha gelada
Na fresta da madeira

Expresso no pêlo da pele arrepiado
E eu de blusa ainda reclamo
Imagino a molecada que agora treme
Treme descrente desmente

O furto que se arrepende
Agora entre as paredes frias
Não aqueceu meu frio coração
Sacudo – me insistentemente

Descrente do sol e do calor
Pra afogueirar a mente
Só mesmo esses bocadinhos de verso de amor
Poema em grupo – Oficina Literária com Akins